

Você confere a mercadoria, dá entrada na NF-e, segue a rotina… e, no fim do mês, a margem parece “boa demais”. Só que a fatura da transportadora chegou. Onde foi parar esse custo? Quase sempre, o problema é um documento esquecido: o CT-e (Conhecimento de Transporte Eletrônico). Sem CT-e válido, o frete sai do caixa, mas não entra como deveria no custo do item ou no relatório contábil. É o frete fantasma: invisível nos controles, visível na auditoria.
A cena real:
Enquanto isso, o estoque gira, o DRE é fechado, e o frete não foi apropriado. Quando alguém cruza custo contábil x custo real, surgem as diferenças.
PPor que o CT-e importa tanto?
O CT-e é o documento oficial do serviço de transporte. É nele que estão valores, CFOP, tomador, origem/destino, alíquotas, base de cálculo e vinculações com a NF-e. Sem ele:
Efeitos práticos do “frete fantasma”
Sinais de alerta no seu dia a dia
Se dois ou mais pontos soaram familiares, seu processo está perdendo prova, não só tempo.
Onde o processo quebra
Dados ausentes: sem vincular NF de referência, rota, competência, transportadora, o CT-e vira arquivo órfão.
Com a plataforma de captura correta:
KPIs que provam o ganho
Diferença “frete contábil x frete real” por mês (tendência de convergência).
Com o Guardião XML
O Guardião XML atua no ponto certo: entrada, organização e prova do documento eletrônico.
Checklist para levar à próxima reunião
Se duas respostas incomodarem, há espaço claro para melhorar.
O frete fantasma não é um detalhe contábil: é dinheiro que some do custo, gera estorno, estica o fechamento e deixa o time em alerta na auditoria. A virada é simples de entender: CT-e certo, no lugar certo, na hora certa, com status visível, rastro e integração limpa.
O Guardião XML foi feito para isso, captura na origem, classificação inteligente, governança multi-CNPJ, guarda por 11 anos e integração com o seu ERP. Com isso, o custo fica honesto, o contas a pagar ganha ritmo e a auditoria vira checklist e não maratona.

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